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outubro 29, 2004

Variações

graf-1.jpg

pipes-1.jpg

A Sara, amiga muito querida que tem andado um pouco afastada :), deixou-nos aqui este lindo poema, que agradecemos muito:

variações

são várias as variedades
da variação possível
à volta da eternidade
o tempo chega para nós
o tempo parte
e a matéria putrifica
resiste, desfaz-se
numa degradação
que o tempo labora
com suprema arte.

O nosso grande amigo OrCa (trouxemos-te uma surpresa, amanhã mostramos) deixou-nos a sua legenda:

Variante a perspectiva
Do túnel ao mar virado
Quem lhe dá cor?
Quem lha tira
A olhar o mar salgado?
Alguém que das pedras tem
Da solidão o saber
Alguém que sabe de cor
O mar que as pedras vão querer...

Jorge Castro

Oração das 11:57 PM | | Comentários (21)

Ajudem a salvar o Aqueduto!

salva-aqueduto-1.jpg

salva-aqueduto-2.jpg

Está em consulta pública a revisão do projecto da CRIL, que continua a prever a demolição de algumas zonas do Aqueduto das Águas Livres.

Apesar de já por algumas vez termos chamado a atenção de quem nos visita para o assunto, voltamos a insistir dada a iminência da tomada de decisões que poderão comprometer irremediavelmente uma das jóias da arquitectura Portuguesa. A demolição de qualquer área do aqueduto irá muito provavelmente comprometer a candidatura daquele monumento a património mundial; cortará o fluxo de água que ainda hoje circula por todo o aqueduto até à Mãe de Água das Amoreiras; impedirá a recuperação, no seu modo original, dos belos chafarizes que por ele são alimentados. Destruirá partes fundamentais (o aqueduto é um todo, não é só a parte monumental dos arcos sobre o vale de Alcântara) duma obra importantíssima da arquitectura portuguesa, integralmente paga pela população Lisboeta.

A OPRURB vai entregar no próximo dia 2, pelas 14.30, no Instituto do Ambiente o abaixo-assinado contra a demolição do Aqueduto bem como uma carta. A todos que se interessem pela defesa do nosso património e que ainda não o fizeram, vimos pedir que assinem esta petição e que tragam mais amigos para esta causa que queiram assinar a petição até 2ª feira à tarde. É muito importante a vossa participação!

Oração das 11:25 PM | | Comentários (10)

outubro 28, 2004

Quase Haiku

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quase-haiku.jpg

Há uma razão para o nome deste post. Vão vê-la/lê-la ao Web Club, o excelente blog da maior "activista" destas andanças - a nossa amiga Wind.

A legenda do OrCa, que agradecemos:

Douro-me assim destes dias
Dei-me ao Sol
Sonhei a Lua
Repouso aqui a teu lado

Sentes a brisa no prado?
Logo à noite será vento
Assolando o povoado...
Por vezes soa a lamento
Outras vezes grito irado
Este vento
Que é só o ar...
Esse ar que a teu lado
Abrandou o movimento.

Jorge Castro

Oração das 01:36 AM | | Comentários (26)

outubro 27, 2004

Afinal onde é que é o estacionamento? - Parte I

miss-information.jpg

Lembram-se do post sobre as placas de estacionamento confusas? Pois não é que este blog publicou a nossa fotografia com o título "weird parking sign"! Ainda levamos com um processo em cima da Holiday Inn!

Oração das 01:10 AM | | Comentários (15)

outubro 26, 2004

Thank you, Frank

Using my poor English (help Pimentinha) I wish to thanks Frank Lynch - please visit his photoblog you will not regret - for the spotlight he put on Catedral. I highlighted for him three photos posted here and he choosed a few others that he considers that give more of our local flavor. Frank Lynch is spotlighting non English phot blogs and this time the honour was ours. Thank you, Frank.

Oração das 09:54 AM | | Comentários (8)

Contra a luz

contraluz

contraluz

O OrCa achou que as nossas fotografias eram merecedoras desta legenda que nós, honrados, agradecemos:

Um retrato a branco e preto?
Digo não
Que não me meto
Em enredos tão sem tom
O branco é sim? E o preto não?
O branco não? O preto sim?
Mesmo no maior contraste
Do pôr-do-Sol ao desastre
Eu tenho cá para mim
Que o preto e o branco afinal
São ambos assim-assim.

Jorge Castro

Oração das 01:21 AM | | Comentários (14)

Flores e frutos - I

flor

flor

As flores e os frutos de Outono têm, por vezes, cores exuberantes um pouco desenquadradas da época.

Oração das 01:15 AM | | Comentários (7)

outubro 24, 2004

Outono campestre

ponte

rio

rio

vista-campos

De um passeio no quase campo que existe aqui perto de nós, resultou um monte de fotografias que tiveram como tema principal e óbvio o Outono. Aqui ficam algumas para amostra do que temos ainda em "armazém" para eventual publicação. Simultâneamente experimentamos um novo modo de identificação de autoria das fotografias, tipo marca de água, sobre o qual gostaríamos de conhecer a vossa opinião nomeadamente a nível de impacto sobre o visionamento das fotografias.

Adenda - As respostas que tivemos até agora bem como uma reflexão mais cuidada sobre o assunto, levam-nos a optar pelo formato habitual em detrimento da marca de água que, de facto, prejudica a leitura das fotografias. Em abono da verdade há que dizer que quem quiser "fanar" as fotos, como diz a Lique, poderá sempre fazê-lo com ou sem marca de água. Porque há meios para a retirar. Para além disso decidimos republicar estas fotos já sem a dita cuja.

E do OrCa chega-nos esta bonita legenda:

Desce um Outono soturno
Por entre vales de abandono
E o verde é triste
Castanho
Faz-se de cinza
Medonho
Mas se atentares bem no Sol
Pousado nesses tons de prata
Num repouso da cascata
Num remanso do regato
Pressentirás outro Outono
Aquele que faz verde a mata
Aquele da vida o retorno.

Jorge Castro

Oração das 01:49 AM | | Comentários (29)

outubro 22, 2004

Predadora - I

aranha-5.jpg

aranha-4.jpg

Para testar a nova máquina da lmatta e inspirados pelo belo Louva-a-Deus que a Annie publicou ontem, resolvemos ir ao quintal ver da nossa velha amiga e tirar-lhe umas fotos. Ela de facto lá estava, no mesmo sítio (pareceu-nos um pouco maior e mais gordinha), junto à mesma árvore. Mas não é que na árvore ao lado estava outra, tão grande como ela, e também interessante... para quem gosta claro. A lmatta tirou as fotos e, aqui para nós que ninguém nos ouve, o que valeu foi a máquina ter um sistema de estabilização de imagem porque senão, com a tremideira, as fotos tinham ficado estragadas. Acho que não devia ter dito isto ;)

O OrCa, pelo contrário, disse, e muito bem, o que a seguir transcrevemos:

Do tempo em que os animais falavam, pergunta da mosca ingénua à aranha laboriosa:

Aranha-de-cruz-nas-costas
Porque buscas tu a luz
Na tua teia de orvalhos?
Se me enlear como gostas
Nesse teu ardil de truz
Tecer-me-ás agasalhos?

Jorge Castro

Oração das 02:07 AM | | Comentários (40)

Já não me dói a alma (até ver...)

a minha alma 2.jpg

A minha alma ficou a doer quando a minha máquina se avariou. Agora já tenho uma nova máquina mas está-me a dar alguns problemas... esperem pelas fotos.

lmatta

Oração das 01:58 AM | | Comentários (17)

outubro 20, 2004

Reflexos - VII

campo-pequeno-1.jpg

Oração das 01:26 AM | | Comentários (40)

Betão

betao-1.jpg

Oração das 01:24 AM | | Comentários (14)

Afinal onde é que é o estacionamento?

parques.jpg

é que com tantas placas e indicações contraditórias ;) já não sei para onde ir.

Oração das 01:21 AM | | Comentários (16)

outubro 18, 2004

Um passeio de Outono no Parque

folhas


pato


folhas


gatos


alfarroba

Fomos passear ao Parque em Oeiras para ver o avanço do Outono. Já se vê alguma coisa embora ainda não tenha atingido todo o seu esplendor. Aproveitámos também para cumprimentar alguns residentes, dos quais aqui deixamos umas imagens.

Já agora e para dizer a verdade também quis testar um zoom 70-210 mm e uma grande angular, ambos da Vivitar Series 1, que comprei em segunda mão para a minha velhinha (mais ou menos 30 anos) Canon Ftb. Alguns dos resultados estão aqui.

O OrCa por sua vez inspirou-se e... toma lá poema:

Salta-me um gato no prato
Sape-gato lá vem ganso
Já se outona o verde mato
Já se apressa este descanso
Verde-castanho entreacto
Que nos refresca a manhã
E no lago este remanso
Da semente temporã
Diz ao vento num balanço
Quem me dera ser romã...

Jorge Castro

Oração das 12:07 AM | | Comentários (52)

outubro 16, 2004

Guerreiros do mar

apanha de percebe

apanha de percebe

Este título e este post são uma tosca homenagem a um grande fotógrafo, João Mariano, que editou um livro com o mesmo nome dedicado aos apanhadores de percebe que na Costa Vicentina arriscam a vida diariamente para que nos possamos deliciar com este marisco. Como estes que retratámos num dia tempestuoso, no Carnaval deste ano, na zona da praia da Carrapateira.

Entretanto o OrCa honrou-nos, mais uma vez, com um dos seus belos poemas para legendar estas fotografias e homenagear estes "guerreiros do mar".

Guerreiros do mar
Sem velas
Por penhascos
Por degredos
Talvez sejam eles rochedos
Ou se calhar caravelas
Incrustadas nos penedos

Eles que procuram estrelas
E no céu não podem tê-las
Vão ao mar em busca delas...

Jorge Castro

Oração das 01:22 AM | | Comentários (34)

outubro 14, 2004

Blog da semana

blog-semana.jpg

O Weblog considerou aqui o nosso templo como blog da semana justificando a atribuição com os dois posts abaixo sobre a amizade. Ao Paulo e ao Luís agradecemos esta distinção que nos deixa muito contentes, como é evidente.

Oração das 12:54 PM | | Comentários (31)

Amizades - II

amigos

Amizades inocentes. Verdadeiras.

Entretanto o OrCa resolveu legendar a fotografia e, portanto, aqui vai ela:

Beija-lhes a água os pés
Numa carícia de mãos
Será só água talvez
Mas para os dois é um chão
De crescer
E de verdade
Ao longe adivinho amor
De perto sei amizade...

Jorge Castro

Oração das 02:08 AM | | Comentários (35)

Amizades - I

amigas

Amizades sem barreiras de idades. Sem exigências.

Oração das 02:02 AM | | Comentários (21)

outubro 12, 2004

A Capela de Santo Amaro

entrada-capela-1.jpg

A entrada para o interior da pequena capela, onde se ia realizar um baptizado e estava por isso iluminada, criava uma atmosfera estranha mas agradável e reconfortante.

Esperamos que vos tenhamos despertado o apetite para uma visita. Vale bem a pena!


vista-geral-1.jpg

A Capela, de planta octogonal (se bem me lembro) tem este aspecto bonito e invulgar. Deste pátio desfruta-se uma vista excepcional sobre o Tejo, Alcântara, a ponte.


vidro-chuva-1.jpg

Continuemos com postais! Chegámos em dia de chuva e, vista de dentro do carro, a Capela tinha este aspecto. Verdade seja dita que não apetecia nada sair do carro porque estávamos em Fevereiro, fazia um frio do caraças e chovia muito. Mas, noblesse oblige, lá fomos nós.

Oração das 01:24 AM | | Comentários (45)

Edição para coleccionadores

livro-catedral

Na semana passada encontrámos na Feira de Velharias de Oeiras este livro... uma edição feita por "precogs" sobre este blog :) só para coleccionadores. Chamem o Tom Cruise!

Oração das 01:15 AM | | Comentários (25)

outubro 10, 2004

Minas de Jales

cavalete-jales-3

cavalete-jales-2

cavalete-jales-1

Das minas de Jales, junto a Quintã de Jales, Vila Pouca de Aguiar, eram extraídos essencialmente o ouro e a prata. Foram exploradas desde o tempo dos Romanos tendo sido desactivadas em 1992. A descida da cotação do ouro, a baixa produtividade e a degradação de equipamentos levaram a esse desfecho. A entrada para a mina era feita por este cavalete que manobrava dois elevadores no Poço de Santa Bárbara com 620 metros de profundidade. Esta estrutura (conhecida localmente como a Torre Eiffel de Jales) e a enorme (e altamente poluente) escombreira vizinha onde foram lançados os estéreis da mina (calcula-se que cerca de 5 milhões de toneladas) são tudo o que resta de uma das mais importantes estruturas mineiras de Portugal. Calcula-se que o filão ainda existente seja de grande importância tendo existido algumas manifestações de interesse na retoma da exploração por parte de empresas estrangeiras.

E assim termina a lição de hoje :)

Estas são fotografias feitas durante uma estadia em Trás-os-Montes na Páscoa e de que temos vindo a publicar de vez em quando algumas das muitas que trouxemos.

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Vão descalços os homens
e na alcofa levam pão endurecido
tal como as suas mãos
endurecidas e escuras..
através dos seus olhos
cegos de tanta escuridão
trazem o brilho aos outros homens
áqueles a quem não falta o pão.

Um obrigado à Myryan por este poema :)

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Porque nos parece de extremo interesse para este assunto e por partir de alguém muito bem informado, juntamos o comentário deixado pela Manuela:

"Dessa exploração ainda restam muitas marcas. As de maior impacte são as que os nossos olhos não podem ver.
A escombreira, por exemplo, é altamente poluidora. O pH das águas que por lá passam é de tal modo ácido que se pode igualar a uma lexivía "das fortes"... quando se visitam estes locais é preciso fazê-lo de roupa velha e botas fortes. Para não termos pena de estragar roupa boa... por isto podem avaliar que tipo de vida se pode desenvolver nestas linhas de água, que planta resiste, que agricultura é possível... etc, etc, etc..."

"Esqueci de dizer... será que vale a pena ir explorar o filão, mesmo que ele seja suficientemente rico?
Por mim, os impactes ambientais são de tal modo negativos que não valem a exploração económica."

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Parece que este post tocou cordas sensíveis que, sinceramente, não esperávamos. E mostrou coincidências curiosas, como se verá de seguida. O OrCa deixou-nos estes dois comentários que nos perturbaram - o primeiro por partilhar recordações (e as tais coincidências) de tempos difíceis e extremamente duros desconhecidos de praticamente todos nós ou dos quais temos apenas uma vaga ideia, e que não são assim tão distantes; o segundo por ser um poema/hino/homenagem aos homens que nestas minas trabalharam, sofreram e morreram. Ao OrCa o nosso agradecimento e um grande abraço.


"Depois do meu comentário no 'post' anterior, vir até aqui e ouvir falar de Vila Pouca de Aguiar... terra da minha mãe, deixa-me à beira da perplexidade.

Das minas, que dizer mais? Da brutal silicose que matou incontáveis trabalhadores e arrastou para a miséria as famílias totalmente dependentes, num tempo sem subsídios, nem segurança social?

Famílias de ranchadas de filhos, que assistiam à morte do "chefe da família", com os pulmões desfeitos, numa agonia lenta sem qualquer apoio ou mitigação...

Talvez haja quem não goste, mas esta realidade, há quarenta anos, era assim, sem tirar nem pôr... E nem sei se há dela história escrita.

É útil esta tua evocação, para que a nossa memória colectiva se fortaleça. E as tuas belas imagens documentam, talvez, o monumento possível àqueles homens que, para riqueza dos outros, deram a sua vida e a dos seus."

Das minas de Jales

Das minas de Jales
São de ouro e de prata
Os corações dos homens
São os metais frios
Que roubam e matam
O riso das gentes

Das minas de Jales
Parte o rio imenso
Fundido na terra
Dos homens sem nome
Que tiram da terra
O ouro e a prata
E deixam o sangue

Das minas de Jales
Do ouro e da prata
Ficou só o vento
E até dessa terra
Morta e esventrada
Tolhida e deserta
Mal se ouve o lamento.

Jorge Castro

Oração das 01:00 AM | | Comentários (34)

outubro 09, 2004

Foto Catedral

foto-catedral.jpg

A Manuela foi a Miranda do Douro e trouxe-nos de lá este presente :) que agradecemos. Já se andam a aproveitar da nossa imensa fama :) ... presunção e água benta...

Oração das 10:36 PM | | Comentários (11)

outubro 08, 2004

Postais ilustrados

Carcavelos

Carcavelos

Carcavelos

Hoje (ontem) deu-me a neura ao fim da tarde. Cabeça confusa com problemas a mais. Agarrei na máquina e fui para Carcavelos fazer postais ilustrados. Pode ser que tenha futuro nisto.

Oração das 01:21 AM | | Comentários (45)

outubro 06, 2004

Caminho para a luz

Aprendendo

Das janelas da alma
foco meu olhar em teus passos trêmulos.
Vou traduzindo cada detalhe das tuas palavras soltas no teu caminhar
inseguro entre sombras e luz.
Também não sei ao certo para onde vou,
e nem tampouco as respostas para as perguntas que se formam enquando
os pontos de luz imprimem tua imagem.
Gravo.
Registro. Tua imagem que se rende.
Capturo tua alma e teus abismos,
teus sorrisos e escárnios no instante que se perpetua, sem deixar
dúvidas.
O ângulo é exato.
A expressão ( in )questionável.
Intensa.
Tom sobre tom.
Perco-me... para reencontrar-me depois.
No azul. No verde.
Na imagem que se desfaz num piscar de olhos...

Um obrigado à por este poema que nos deixou.

Oração das 12:03 AM | | Comentários (45)

outubro 04, 2004

Festejando?

festa?

Festejar o Inverno a preto e branco.
O colorido do papel ao vento, a preto e branco.
O inverno é nítido, é a preto e branco.
O mar, de repente, também.

Mocho

Na arriba, sob um céu de chumbo
Adentro da guerra, da fome...
da falta de tudo...
atirava pedrinhas.
(Subiam
curvavam-se
zuniam
caindo a seus pés
naquele mar de chumbo!)
Sorria
a cada pedrinha
(subindo e descendo)
Festejava a VIDA!
Festejava...TUDO!

Comentador(a) Anónimo(a) autor(a) deste poema - temos pena que não se tenha identificado para aqui podermos deixar o devido link. O nosso agradecimento.

Comentadora Anónima identificada - foi a Seilá

{ ... se festejar é celebrar uma data, louvar com aplausos, saudar ou acariciar, então pego nelas todas (definições) e deito-as ao ar para que as possa verdadeiramente partilhar © .8. ... }

.8.

Oração das 01:48 AM | | Comentários (30)

outubro 02, 2004

Reflexos - VI

bnu-1.jpg

espreitou a rua
o sol ia já alto...
encandeou
olhou de novo...
olhou...
que raio! não era o sol...
pensou
estava tudo torcido!
teria, sem se lembrar...bebido
Não! e acordou!

O mundo, esquecera-se,
andava mesmo retorcido!

Seilá

Faz-se a vida de retalhos transparentes
De reflexos tanta vez contra a corrente
Que não podemos ficar nós só indiferentes
Vendo a vida a passar à nossa frente...

OrCa

{ ... nesta rua que pensas tua, reflexo e nua, tua destorcida e por nós sentida, vivida (mentira) © pipetobacco ... }

Pipetobacco

Oração das 01:00 AM | | Comentários (24)

Azul

azul-1.jpg

Oração das 12:56 AM | | Comentários (14)

outubro 01, 2004

Sem título

torre-capela-regaleira-1.jpg

No meio das árvores da floresta surge a visão inesperada da torre branca de uma capela que apenas se adivinha. Tudo parece maior do que é na realidade. As maravilhas da Quinta da Regaleira.

Oração das 01:09 AM | | Comentários (29)